O sol saiu lindo, estava alto, forte e brilhante, não sabíamos o que esperava, era inicio de um feriado prolongado. a estrada estava agitada, o vento era frio e cortava a pele. A primeira parada era uma vila localizada a direta da rodovia, fazia parte de uma usina de cana de açúcar antiga.
De começo fomos recepcionados por uma bela locomotiva a vapor, ultima remanescente de uma serie de Maria Fumaça que o antigo proprietário da fazenda-usina possuía, hoje, repousa sobre trilhos a sombra de arvores majestosa que a rodeia.
Na praça que outrora recebeu o nome do detentor das locomotivas, hoje é margeada por belos e imponentes casarões, ao centro uma sobranceira estatua, estrategicamente localizada, passa o tempo a observar colunas de fumaça lançadas ao vento pelas incisáveis chaminés da usina, fruto do seu legado.
Uma augusta igreja recolhe aos fundos da velha praça, com seus imensos vitrais, aguarda a visita dos seus fieis sobre os olhos do orago São Geraldo, nada escapa aos seus olhares, nem mesmo a pequena vila que insiste em permanecer dormindo, mesmo com o sol há quase meio dia.
Despedimos dali ao subir na moto e seguir nosso destino, antes_ olhar mais uma vez e ver o que parecia impensável: Um lugar encantador! Que parou no tempo, sem perder a majestade mesmo depois que os trilhos foram embora.
quinta-feira, 21-04-11, 07:30 h






Olá estive andando pela redondeza visitando alguns amigos e passei em frente a sua casa (blog) e estava toda iluminada...entrei e me encantei com o que vi!
ResponderExcluirQuando você tiver um tempinho, passa lá em CASA para um café e se resolver ficar, coloco meu melhor traje e venho também para ficar !
Abraço
Da vizinha Valéria, mas pode me chamar de Vá!